Um resumo de tudo o que já foi feito na mídia paga da Times, do que está em andamento e do que vem pela frente. Sem jargão, na ordem em que as coisas precisam acontecer. Feito para quem está chegando agora na operação.
Os primeiros meses foram dedicados a arrumar a fundação da operação: deixar a medição honesta e a estrutura de campanhas limpa. Isso é o que permite que, na hora de crescer a verba, cada real a mais possa ser ligado a uma matrícula de verdade. Essa fase está quase concluída. A próxima é escalar com previsibilidade, que é exatamente o terreno em que o comercial consegue defender mais investimento com segurança.
Por isso o trabalho não começou aumentando verba e gerando mais leads, o que seria o caminho fácil. Começou pela parte menos visível e mais importante: deixar os números reais. Com a base pronta, a aceleração vem com confiança, não no chute.
Antes de mexer em qualquer campanha, a Sawi rodou um SCAN: uma auditoria completa do digital da Times, do Google Ads ao Meta Ads, passando pelos concorrentes e pela forma como os resultados são medidos.
O SCAN achou um problema de base: a medição não era confiável. O sistema que acompanha os anúncios registrava milhares de vendas que nunca aconteceram, mais de 12 mil falsas a cada trimestre. Esse número fictício ensinava o algoritmo do Facebook com informação errada e tornava qualquer relatório pouco confiável. Arrumar isso virou a prioridade um, acima de gerar volume.
O exame que deu origem a tudo, com a auditoria de Google, Meta, analytics e a leitura de nove escolas concorrentes, está no SCAN completo. O plano de campanhas que saiu dele está nos decks de copy de Google Ads e Meta Ads.
As entregas dos primeiros meses, cada uma com o que ela significa na prática para o comercial.
Eram mais de 12 mil vendas falsas registradas por trimestre. Agora são zero.
Ela só caçava o clique mais barato, não o cliente certo. A verba voltou para captação de lead de verdade.
São Paulo e Campinas, capturando quem procura curso de inglês no momento exato da pesquisa. Custo por lead já dentro da meta.
Protege o nome Times na busca contra concorrentes que anunciam em cima da marca de vocês.
Antes, 6 de cada 10 leads vinham de um formulário rápido dentro do Facebook. Agora já está perto de meio a meio com o site.
Em junho atualizamos o que Cel.Lep e Cultura Inglesa estão anunciando, e como a Times se posiciona contra cada movimento.
Frentes abertas que ainda não fecharam.
Afinando o rastreamento para enxergar o caminho completo: lead, reunião, contrato assinado e valor faturado. Com isso, dá para calcular o retorno real de cada canal. Falta pouco.
Substituição gradual, de propósito. Liga a nova, desliga uma antiga, sem solavanco na operação e na rotina de acompanhamento de vocês.
Hoje o lead de Google e o de Meta caem no mesmo balde, e o comercial acaba lendo tudo como Google. Estamos separando para vocês saberem de onde cada um veio.
Vídeo é o formato que melhor funciona no Meta. A produção destravou e novas peças estão entrando para oxigenar a prospecção.
A ordem não é aleatória. Cada passo depende do anterior estar de pé.
É o que destrava todo o resto. Enquanto não fecha, qualquer decisão de aumentar verba é baseada em estimativa, não em prova. Este é o item que segura a escala, e segurar aqui é a decisão certa.
A maior parte da verba do Google ainda roda numa estrutura antiga de banner que aparece em lugares ruins, inclusive joguinhos de celular que geram clique acidental. Limpar isso é economia direta, sem perder lead bom, e não depende da medição.
A busca já provou trazer lead de melhor intenção e custo dentro da meta. O plano é mover peso para ela, de forma gradual, e usar o que sobrar no banner com os lugares já filtrados.
Hoje, de cada 100 pessoas que abrem a página, cerca de 16 se cadastram. Uma página bem ajustada costuma passar de 20, e isso derruba o custo por lead direto.
Sair da dependência de uma única imagem e dar espaço aos vídeos. Os anúncios de Copa rodaram pouco e converteram pouco, então a janela atual vai ser ajustada ou a verba redirecionada.
Com a base pronta, entramos na fase que interessa ao comercial: aumentar verba sabendo que mais investimento traz mais matrícula, de forma comprovável.
Números arredondados. O detalhe mês a mês está no relatório de maio.
O lead barato do formulário rápido muitas vezes esquece que se cadastrou. O lead que passa pelo site custa um pouco mais, mas chega mais quente. Pagamos um pouco mais por contato esperando que ele renda mais lá na frente, e vamos confirmar isso com número assim que a medição fechar.
É aqui que o trabalho de fundação vira ferramenta de venda.
Esta página é o resumo. Cada documento abaixo abre uma camada da operação.